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Será que somos todos vendedores?

Será que somos todos vendedores? Alguns teimam em dizer que não, eu convictamente afirmo que sim.

Será que somos todos vendedores?

Alguns teimam em dizer que não, eu convictamente afirmo que sim.

A ideia de escrever sobre este tema surgiu-me quando no último seminário que dei sobre “Relacionamentos” e com empreendedores em sala a palavra “Vender” surgiu em conversa. Após uma sondagem por todos os presentes percebi que em dez presentes apenas dois se consideravam “Vendedores”.

Eu era um deles.

Fui tentar perceber e após perguntar a cada um dos presentes o porquê da sua resposta chega-se à conclusão muitos têm uma ideia, na minha opinião, distorcida sobre o que é “Vender”.

Muitos ainda pensam que “Vender” é sinónimo de “impingir”, “enganar”, “andar atrás das pessoas”, ora isto é tudo o que o processo de venda já deixou de ser há muito tempo.

Longe vão os tempos em que quem não se safava na vida ia para “Vendedor”. Hoje o cenário é bem diferente. Quem verdadeiramente quer vencer na vida, nos dias de hoje, tem que ter pelo menos uma profissão bem presente. A de “Vendedor” assumido.

Então se “Vender” deixou de significar o que atrás escrevi, então o que significa nos dias de hoje?

“Vender” implica acima de tudo ter a capacidade de passar uma ideia e um conceito a alguém sem que para isso seja necessário estar constantemente “em cima”. Para que se venda hoje em dia é necessário ter bem presente que a palavra “Relacionar” está mais presente como nunca esteve.

Criar impacto com quem me relaciono, detectar necessidades através de uma escuta direccionada e bem ativa, reformular por palavras minhas o que o meu interlocutor me acaba de dizer de modo a que ele sinta que está a “comunicar” com alguém diferente de todos os outros com quem já teve oportunidade de o fazer.

Semear e construir relacionamentos positivos, baseados em empatia, inteligência emocional e feedback constante do que está a ser recebido e emitido são os grande segredos para que se torne um vendedor de sucesso.

Então como posso eu diferenciar-me de todos os “Vendedores” que por aí andam a “venderem” os seus serviços? Muito simples. A pergunta que faço é “Como se adormece uma criança e como se mantém um adulto acordado?”

Contando a minha história. Quem sou eu? O que fiz até hoje que me tornou na excelente pessoas que sou hoje? Quais as minhas qualidades, virtudes, pontos fortes e pontos em que estou a trabalhar para me tornar uma pessoa feliz.

É isso que o meu cliente quer ouvir. Uma História.

Mas se eu quero verdadeiramente continuara a ter IMPACTO no meu potencial cliente e deixá-lo sem palavras então preciso de lhe contar aquilo que de melhor tenho em mim para dar aos outros.

Qual o meu Sonho? O que me deixa um brilho nos olhos? O que me faz sair da cama e colocar os dois pés no chão e dizer “Hoje será um grande dia?”

 Com estes dois pequenos gestos “História” Vs “Sonho” estarei mais facilmente a colocar elementos na minha “Equipa”.

Assim se constrói uma “Legião de fãs” que compram os meus serviços.

Bons relacionamentos, Boas vendas

Luís Granja
Life & Executive Coach
Positive Psychology Coach
Executive Master in Applied Positive Psychology – ISCSP

 

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