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Team Building – o seu impacto na vida das empresas

Qual o impacto dos Desafios de Team Building na vida das empresas?

Os Desafios de Team Building têm vindo a assumir por parte das empresas um cuidado especial aquando a sua programação anual. É comum ouvir responsáveis a dizer que têm orçamento destinado a pelo menos uma actividade anual onde, saindo do local habitual de trabalho, possam os colaboradores desfrutar de um dia diferente.

Pela experiência que tenho vindo a acumular no acompanhamento destas actividades promovidas pela RUN & SLIDE a tendência aponta não só para o aumento do pedido destas actividades associados a um critério mais rigoroso na definição dos objectivos das mesmas.

Se tempos houve em que se faziam actividades apenas por lazer, hoje esse mesmo lazer continua bem vincado mas acrescentam-se outros objectivos.

Quais?

É usual ouvirmos dizer que pretendem com estes dias fomentar cooperação entre pares, comunicação assertiva entre colegas, gosto pela aprendizagem, liderança conjunta entre todos, muita criatividade na resolução dos desafios colocados, fortalecimento da capacidade de julgamento na tomada de decisão, resolução de conflitos e empatia de grupos.

Hoje em dia os Desafios de Team Building são muito mais do que eventos fora de portas onde os funcionários se juntam e passam o dia em convívio. São sim eventos onde “Forças” tais como o “Gosto pela Aprendizagem”, “Liderança”, “Gratidão”, “Humor”, “Gentileza”, “Curiosidade”, “Trabalho de equipa” estão constantemente a ser requisitadas pelas pessoas.

É normal nos finais dos dias ouvirmos dizer que “nem dei pelo dia passar”.

Pois bem, isto não acontece por acaso. Estes mecanismos de “Fluxo” acontecem sempre que percepcionamos os desafios que nos colocam como desafiantes às nossas reais capacidades. Nem muito altos (geradores de Ansiedade) nem muito baixos (geradores de apatia) e com isso o tempo flui nesta atividades. A capacidade de “foco” é total e as equipas estão determinadas em ultrapassarem os desafios colocados.

Sendo uma empresa uma complexa “teia” de relacionamentos humanos o que estes eventos têm de bom é a capacidade de trabalhar a “comunicação” entre pares. A maneira como expressam a sua opinião, como dão feedback aos colegas e como corrigem comportamentos determina o sucesso da atividade.

A empatia de grupos ganha-se precisamente aqui, na maneira como consigo expressar a minha opinião não de um modo “agressivo” mas de um modo a que seja o “outro” a inferir o que queremos dizer, ou seja, trabalha-se e potencia-se o essencial da comunicação. A Mensagem.

Tudo isto terá à posteriori um impacto no chamado day after da atividade.

É comum ouvirmos dizer que “…depois desse dia as pessoas ficaram diferentes…” ou seja o verdadeiro impacto destes dias está os estados emocionais positivos que estes eventos ajudam a alavancar nas pessoas e que faz eco no dia a dia.

“Florescer” empresas é esse o poder dos eventos de Team Building.

Luís Granja
Life & Executive Coach
Positive Psychology Coach
Executive Master in Applied Positive Psychology – ISCSP

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Será que somos todos vendedores?

Será que somos todos vendedores?

Alguns teimam em dizer que não, eu convictamente afirmo que sim.

A ideia de escrever sobre este tema surgiu-me quando no último seminário que dei sobre “Relacionamentos” e com empreendedores em sala a palavra “Vender” surgiu em conversa. Após uma sondagem por todos os presentes percebi que em dez presentes apenas dois se consideravam “Vendedores”.

Eu era um deles.

Fui tentar perceber e após perguntar a cada um dos presentes o porquê da sua resposta chega-se à conclusão muitos têm uma ideia, na minha opinião, distorcida sobre o que é “Vender”.

Muitos ainda pensam que “Vender” é sinónimo de “impingir”, “enganar”, “andar atrás das pessoas”, ora isto é tudo o que o processo de venda já deixou de ser há muito tempo.

Longe vão os tempos em que quem não se safava na vida ia para “Vendedor”. Hoje o cenário é bem diferente. Quem verdadeiramente quer vencer na vida, nos dias de hoje, tem que ter pelo menos uma profissão bem presente. A de “Vendedor” assumido.

Então se “Vender” deixou de significar o que atrás escrevi, então o que significa nos dias de hoje?

“Vender” implica acima de tudo ter a capacidade de passar uma ideia e um conceito a alguém sem que para isso seja necessário estar constantemente “em cima”. Para que se venda hoje em dia é necessário ter bem presente que a palavra “Relacionar” está mais presente como nunca esteve.

Criar impacto com quem me relaciono, detectar necessidades através de uma escuta direccionada e bem ativa, reformular por palavras minhas o que o meu interlocutor me acaba de dizer de modo a que ele sinta que está a “comunicar” com alguém diferente de todos os outros com quem já teve oportunidade de o fazer.

Semear e construir relacionamentos positivos, baseados em empatia, inteligência emocional e feedback constante do que está a ser recebido e emitido são os grande segredos para que se torne um vendedor de sucesso.

Então como posso eu diferenciar-me de todos os “Vendedores” que por aí andam a “venderem” os seus serviços? Muito simples. A pergunta que faço é “Como se adormece uma criança e como se mantém um adulto acordado?”

Contando a minha história. Quem sou eu? O que fiz até hoje que me tornou na excelente pessoas que sou hoje? Quais as minhas qualidades, virtudes, pontos fortes e pontos em que estou a trabalhar para me tornar uma pessoa feliz.

É isso que o meu cliente quer ouvir. Uma História.

Mas se eu quero verdadeiramente continuara a ter IMPACTO no meu potencial cliente e deixá-lo sem palavras então preciso de lhe contar aquilo que de melhor tenho em mim para dar aos outros.

Qual o meu Sonho? O que me deixa um brilho nos olhos? O que me faz sair da cama e colocar os dois pés no chão e dizer “Hoje será um grande dia?”

 Com estes dois pequenos gestos “História” Vs “Sonho” estarei mais facilmente a colocar elementos na minha “Equipa”.

Assim se constrói uma “Legião de fãs” que compram os meus serviços.

Bons relacionamentos, Boas vendas

Luís Granja
Life & Executive Coach
Positive Psychology Coach
Executive Master in Applied Positive Psychology – ISCSP

 

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Relacionamentos Interpessoais Positivos

No que consistem “Relacionamentos Interpessoais Positivos”?
Será que os Relacionamentos Interpessoais Positivos são baseados apenas em positividade, em que está tudo bem e nada a dizer ou a afirmar perante os desafios que nos são colocados? É óbvio que não.

Tempos agitados os que se vivem. Mercados desafiantes, empresas cada vez mais exigentes na seleção dos seus candidatos, recrutadores muito atentos aos pormenores, candidatos com habilitações diferenciadoras, objetivos cada vez mais exigentes, clientes com enorme variedade de escolhas possíveis.

O que pode então diferenciar na hora de escolher?
É também óbvio que a “Relação” assume hoje um papel tão determinante como talvez nunca teve.

“Relacionamentos Positivos” são aqueles que são baseados em Empatia, Confiança mútua, Inteligência Emocional, em praticar escuta ativa constante e em dar e receber feedback sobre o que estou a comunicar e a percepcionar do que estou a ouvir.

Parece difícil certo? A má notícia é que de facto é difícil. A boa notícia é que se treina. Como?
Através de uma elevada “Predisposição Interpessoal”.

Quando estou totalmente focado no que estou a dizer e no que estou a percepcionar do que o “Outro” está a dizer. Com uma boa “Predisposição Interpessoal” tudo isto se torna para além de possível, muito mais fácil.

No maravilhoso mundo dos Relacionamentos Interpessoais, a Psicologia Positiva veio acrescentar algo que o torna ainda mais belo.

A utilização das chamadas Forças Humanas (o que fazemos bem mas que muitas vezes não sabemos que o fazemos).
Forças como a Bondade, a Apreciação de Beleza, a Criatividade são forças que expressas e “atiradas” ao “outro” tornam os relacionamentos, sejam em que contextos forem, mais belos ainda.

Existe no entanto uma Força com um “peso” enorme no meio das 24 Forças de carácter que a Psicologia Positiva nos dá e que pela importância que tem, precisa a meu ver, de estar bem presente… a chamada Força da Gratidão.

Experimente na próxima vez que tiverem perante um cliente, um empregador, um aluno, um professor ou um amigo, no final da interação “atirar” a palavra “Gratidão” para o vosso receptor e depois fiquem à espera da sua reação.

Perceberão de imediato do que vos escrevo.
Grato pela vossa leitura.

Luís Granja
Life & Executive Coach
Positive Psychology Coach
Executive Master in Applied Positive Psychology – ISCSP

motivação e produtividade

Team Building: Motivação e Produtividade

Team Building: motivação e produtividade

O Jornal i publicou, no início deste ano, um artigo baseado num estudo da consultora Vanson Bourne que conclui que a motivação profissional não advém apenas das condições salariais, existindo uma série de outros factores que contribuem para a sensação de bem-estar no emprego – como a flexibilidade, o estilo de liderança das chefias e o espírito de equipa, sendo que este último revela especial importância para a maioria dos profissionais portugueses, independentemente de trabalharem numa empresa de pequena ou grande estrutura.

Atentos a esta realidade, os departamentos de recursos humanos da maioria das empresas têm hoje em dia uma preocupação muito acima da simples contratação e gestão salarial, que até há poucos anos se revelavam as suas principais responsabilidades: o desenvolvimento de ações que garantam a motivação, implementando uma série de ferramentas que vão desde os instrumentos de comunicação interna (como as revistas de empresa) até aos tão impactantes e ansiados eventos de team building. O que é a motivação interna em ambiente profissional?

O paradigma empresarial e profissional é hoje muito diferente daquele que se registava há uma década. As empresas posicionam-se em mercados cada vez mais competitivos e reconhecem que os colaboradores são a chave principal para o seu negócio e para a sua vantagem comercial. Ao mesmo tempo, os profissionais encontram-se cada vez mais informados e exigentes, sabendo que a sua entrega a um negócio – que, na verdade, não é seu – deve ser premiada com factores diversos além da remuneração salarial.

Este tema é tal forma pertinente que são diversos os estudos que comprovam a relação directa que existe entre a motivação e a produtividade. A motivação, tão estudada e considerada pela psicologia, não é mais do que uma condição do organismo que influencia a direcção. Ou seja, é um impulso interno que leva à acção.

No campo profissional, isto prende-se precisamente com o que acabámos de ver: quanto mais motivados, mais os colaboradores produzem resultados.
Dois dos factores que mais parecem influenciar a motivação profissional são a sensação de integração e o espírito de equipa. O primeiro refere-se à capacidade que a empresa tem de envolver os seus colaboradores nas tomadas de decisão, bem como de os manter atempadamente informados acerca de todas as mudanças que ocorrem no seio empresarial e laboral. Já o espírito de equipa envolve a união dos colaboradores, na execução de tarefas, na partilha de responsabilidades e naquilo que pode ser considerado como “bom ambiente” de trabalho. Ainda que pareçam factores fáceis de promover e garantir, a verdade está longe disso. Basta uma pequena falha para que qualquer um deles comprometa a motivação dos colaboradores. Daí a importância de, a par com a restante gestão do negócio e das equipas, as empresas desenvolverem ações e ferramentas, como os eventos de team building, que garantam precisamente esta motivação que trará como fim último o aumento da produtividade.

O que são eventos de team building? Os eventos de team building são acções, realizadas dentro ou fora das instalações da empresa, que permitem estreitar o espírito de equipa em função dos objetivos empresariais. Normalmente, estes eventos envolvem a realização de dinâmicas e actividades de elevado impacto, sendo um momento único para que os colaboradores, ainda que no ambiente profissional e com os colegas do dia-a-dia, consigam assumir uma postura mais descontraída, desenvolvendo, em grupo, competências de caráter motor, intelectual ou artístico.

Em termos gerais, pode dizer-se que os eventos de team building cumprem cinco objetivos principais: – reforçar o espírito de equipa; – descomprimir e libertar da pressão profissional diária; – motivar; – proporcionar novas energias; – combinar atividades criativas e inspiradoras com os objetivos do negócio.

É importante ressalvar que estes objectivos dos eventos de team building, quando bem alcançados, permitem uma dupla vantagem: o reforço da motivação junto dos colaboradores e o aumento da produtividade, na óptica da empresa.

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Team Building versus Team Bonding

(…)“O Team Building é, hoje em dia, um termo muito em voga. As organizações começam, de facto, a reconhecer e a valorizar o trabalho em equipa por parte dos seus colaboradores, como uma das componentes fundamentais de um bom desempenho. Há contudo que distinguir as actividades de Team Building e meras actividades de Team Bonding.

Assim sendo, o que significa realmente o Team Building?
Provém da frase inglesa “building a team”, o que traduzido para português nos diz “construindo a equipa”. Podemos considerar Team Building como um processo orientado para um determinado propósito e desenvolvido através de um plano sistematizado, o qual objectiva a criação, manutenção e enriquecimento dos níveis de desenvolvimento de um grupo de indivíduos, no sentido de os transformar numa unidade ou equipa coesa.

Team building é o desenvolvimento progressivo da dinâmica de um grupo de pessoas que trabalham em conjunto, baseando-se aquele em objectivos chave previamente identificados e adaptados a esse mesmo conjunto de pessoas. O desenvolvimento da dinâmica desejada não é algo que se alcance de uma só vez. Ao invés disso, o Team Building funciona através de um conjunto de eventos ou actividades que vão moldando e unindo progressivamente a equipa, no sentido de a fazer evoluir até se alcançarem os resultados e sinergias desejáveis e objectivados.

As actividades de Team Building são de extrema importância para grupos de indivíduos que irão trabalhar em conjunto por um longo período de tempo ou numa série de actividades que exijam trabalhar em equipa com as mesmas pessoas ou outras diferentes, situação exigente em termos de competências interpessoais do profissional no seu relacionamento pessoal e hierárquico com os colegas.

Este tipo de actividades ajudam e encaminham as pessoas no sentido de as fazer entender que se obtêm melhores resultados de forma colectiva do que individualmente. Contribuem também para que os indivíduos vejam os benefícios da colaboração e o efeito de alavanca que pode ser alcançado através dos talentos, experiência e recursos que cada um coloca à disposição da equipa, num claro triunfo da pluralidade e do colectivo sobre a individualidade. Ainda assim, é essencial conseguir-se fazer com que os indivíduos realizem uma apreciação honesta e inteligente do íntimo e natureza daqueles que os rodeiam, quais as suas raízes e por onde têm passado, pois só assim se alcançará um nível superior de relacionamento que nos oferecerá a base necessária para uma melhor relação profissional, originando uma relação “win-win” para todas as partes envolvidas.

Os termos Team Building e Team Bonding encontram-se hoje sob alguma atenção do mercado, sendo, contudo, frequentemente utilizados de forma errada.

Team bonding, não é mais do que um processo envolvendo um grupo de pessoas, o qual objectiva a formação de uma relação chegada e pessoal através de actividades que permitam uma frequente associação e proximidade entre aqueles indivíduos. Bonding (estabelecer laços) é um requisito para o team building, pois temos de nos sentir confortáveis e confiar nos membros da equipa com os quais iremos trabalhar. Ainda assim team bonding é menos formal e estruturado que o team building, sendo o seu principal objectivo permitir que os indivíduos interajam e passem a conhecer-se melhor num âmbito meramente pessoal.

O bonding pode ser alcançado através de actividades tão simples como refeições em conjunto, a prática de um qualquer desporto após o trabalho ou qualquer outro tipo de actividade social com a mesma finalidade.

Nas actividades de bonding não está envolvida a aprendizagem de quaisquer valores, culturas, avaliações ou follow-up’s. O mais importante numa actividade de bonding é socializar e conviver, enquanto que o team building pega nesses laços, os desenvolve e utiliza em prol de uma melhoria do desempenho no plano profissional.” (…)

curso de formação de monitores

Testemunho Curso de Formação de Monitores 2014

A RUN & SLIDE promoveu nos meses de Março e Abril, 4 cursos de formação de monitores, realizados em Lisboa e no Porto. Os nossos cursos de formação são destinado a todos aqueles que têm gosto pelo trabalho em equipa e que pretendem adquirir conhecimentos e experiências para um contacto com crianças e jovens mais adequado. Pelo segundo ano consecutivo, foi realizado o curso de nível elementar e o curso de nível avançado e contamos com a participação de mais de 60 formandos. Obrigado a todos pela participação e empenho nos desafios propostos.